Reportagem Especial: Um dos casos mais complexos da Polícia Civil de Santiago Postado quinta-feira, 2 de maio de 2013 ás 22:48
A Polícia Civil de Santiago investiga um dos casos mais complexos já registrados no município. Por sorte, a experiência profissional do delegado João Carlos Brum Vaz, responsável pelo inquérito policial, garantirá uma investigação com todas as diligências possíveis e com a análise de todas as informações repassadas pela comunidade do bairro Missões, onde tudo teria ocorrido. A equipe de policiais que atua no caso também está se dedicando de forma ímpar para esclarecer todas as dúvidas e suspeitas o mais rápido possível.
No dia 10 de abril, Andriele Romeiro Tolfo deu a luz a um bebê, aos nove meses de gestação, em uma casa popular identificada na foto acima.
Em depoimento na polícia, a jovem de 25 anos disse que sentiu vontade de matar a criança e sem conferir o sexo do recém-nascido teria enrolado-o em um lençol branco e jogado no vaso sanitário da residência. Disse ainda que saiu logo após e que ao retornar não teria encontrado o corpo do bebê. A confissão ocorreu no último domingo, 28, na Delegacia de Pronto Atendimento de Santiago. Na segunda-feira, dia 29, Andriele voltou a ser interrogada, dessa vez pelo delegado João Carlos. Ela, inclusive, expressou arrependimento. Segundo o delegado, ela sustenta a versão de que matou a criança após o parto, por volta da 1h da madrugada.
Na terça-feira, 30, após ouvir uma testemunha, a Polícia Civil identificou restos de uma fogueira aos fundos da casa da avó da criança (fotos acima). Segundo depoimento da testemunha, o corpo do bebê teria sido queimado dias depois do parto, à noite, por volta das 22h junto a móveis velhos. Ossos pequenos que seriam de um fêmur e de uma coluna vertebral, possivelmente humanos, foram encontrados nos restos da fogueira. Agora, o delegado aguarda o resultado da perícia nos ossos (foto abaixo).
| Delegado João Carlos Brum Vaz. |
Nenhuma hipótese está sendo descartada pela investigação e além de Andriele, mais pessoas podem estar envolvidas nos atos que ocorreram após o parto da criança. A mãe, principal acusada até o momento, segue me liberdade já que não houve flagrante do crime.
É, sem sombra de dúvidas, um dos casos mais complexos já investigados pela Polícia Civil de Santiago.

Isso não e um ser humano não vai ser jugada só mente pela lei do homem mais tão bem pela mais implacável de todas a lei divina .....