A Polícia Civil de Santiago investiga um dos casos mais complexos já registrados no município. Por sorte, a experiência profissional do delegado João Carlos Brum Vaz, responsável pelo inquérito policial,  garantirá uma investigação com todas as diligências possíveis e com a análise de todas as informações repassadas pela comunidade do bairro Missões, onde tudo teria ocorrido. A equipe de policiais que atua no caso também está se dedicando de forma ímpar para esclarecer todas as dúvidas e suspeitas o mais rápido possível.


No dia 10 de abril, Andriele Romeiro Tolfo deu a luz a um bebê, aos nove meses de gestação, em uma casa popular identificada na foto acima.

Em depoimento na polícia, a jovem de 25 anos disse que sentiu vontade de matar a criança e sem conferir o sexo do recém-nascido teria enrolado-o em um lençol branco e jogado no vaso sanitário da residência. Disse ainda que saiu logo após e que ao retornar não teria encontrado o corpo do bebê. A confissão ocorreu no último domingo, 28, na Delegacia de Pronto Atendimento de Santiago. Na segunda-feira, dia 29, Andriele voltou a ser interrogada, dessa vez pelo delegado João Carlos. Ela, inclusive, expressou arrependimento. Segundo o delegado, ela sustenta a versão de que matou a criança após o parto, por volta da 1h da madrugada.



Na terça-feira, 30, após ouvir uma testemunha, a Polícia Civil identificou restos de uma fogueira aos fundos da casa da avó da criança (fotos acima). Segundo depoimento da testemunha, o corpo do bebê teria sido queimado dias depois do parto, à noite, por volta das 22h junto a móveis velhos. Ossos pequenos que seriam de um fêmur e de uma coluna vertebral, possivelmente humanos, foram encontrados nos restos da fogueira. Agora, o delegado aguarda o resultado da perícia nos ossos (foto abaixo).


Delegado João Carlos Brum Vaz.
Enquanto isso, surgem novas informações a todo o momento. Enquanto alguns moradores do bairro afirmam que o bebê foi morto, outros acreditam que a criança tenha sido vendida após o parto. Até o momento, não existe corpo e nem a garantia de que o bebê está vivo já que a mãe confessou o infanticídio.

Nenhuma hipótese está sendo descartada pela investigação e além de Andriele, mais pessoas podem estar envolvidas nos atos que ocorreram após o parto da criança. A mãe, principal acusada até o momento, segue me liberdade já que não houve flagrante do crime. 

É, sem sombra de dúvidas, um dos casos mais complexos já investigados pela Polícia Civil de Santiago.

One Response so far.

  1. Unknown says:

    Isso não e um ser humano não vai ser jugada só mente pela lei do homem mais tão bem pela mais implacável de todas a lei divina .....

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