Conceituado no RS: Reumatologista Dr. Manuel Crossetti atende dia 25 em Santiago Postado domingo, 16 de agosto de 2026 ás 13:39
O médico reumatologista Dr. Manuel Rocha Crossetti (CRM 36.807) atenderá em Santiago no dia 25 de Agosto, trazendo à cidade sua ampla experiência no diagnóstico, acompanhamento e tratamento das doenças reumatológicas.
Reconhecido regionalmente por sua atuação na especialidade, Dr. Manuel é responsável pelo Centro de Reumatologia de Santa Maria e possui sólida trajetória acadêmica e assistencial.
Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), realizou especialização em Reumatologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e possui mestrado em Medicina Interna, com concentração em Clínica Médica – Reumatologia. Também participa regularmente de congressos internacionais na Europa e nos Estados Unidos, mantendo-se atualizado sobre os avanços no diagnóstico e nas abordagens terapêuticas das doenças reumatológicas.
Quando procurar um reumatologista?
A Reumatologia é a especialidade médica dedicada ao diagnóstico e tratamento de doenças que podem acometer articulações, ossos, músculos e tendões, além de diversas doenças autoimunes sistêmicas.
Dores articulares persistentes, inchaço, rigidez ao acordar, limitação dos movimentos e dores musculoesqueléticas recorrentes são alguns dos sinais que podem indicar a necessidade de uma avaliação especializada.
Entre as condições acompanhadas pelo reumatologista estão artrite reumatoide, fibromialgia, lúpus, espondilite anquilosante, osteoartrose e outras doenças que podem estar relacionadas à dor crônica.
Dor crônica e doenças reumatológicas
A dor é considerada crônica quando persiste por mais de três meses ou permanece além do período esperado para recuperação de uma lesão. Diferentemente da dor aguda, que geralmente funciona como um sinal de alerta do organismo, a dor crônica pode persistir e comprometer significativamente a rotina e a qualidade de vida.
Nas doenças reumatológicas, ela pode estar relacionada a diferentes mecanismos, como inflamação persistente, alterações articulares, lesões nervosas, doenças autoimunes ou alterações no processamento da dor pelo sistema nervoso.
Principais doenças reumatológicas associadas à dor crônica
Artrite Reumatoide
É uma doença autoimune inflamatória que acomete principalmente as articulações. Pode provocar dor persistente, inchaço e rigidez matinal prolongada. Mãos, punhos, joelhos e pés estão entre as regiões frequentemente afetadas. Sem tratamento adequado, a doença pode causar danos articulares e deformidades.
Fibromialgia
Síndrome caracterizada principalmente por dor musculoesquelética difusa e persistente. Também pode estar associada a cansaço intenso, alterações do sono, dificuldade de concentração e aumento da sensibilidade dolorosa. É uma importante causa de dor crônica acompanhada pela Reumatologia.
Lúpus Eritematoso Sistêmico
Doença autoimune que pode atingir diferentes órgãos e sistemas. Entre suas manifestações estão dores e inflamações articulares, fadiga, alterações cutâneas e, em alguns casos, comprometimento renal, neurológico ou de outros órgãos.
Espondilite Anquilosante
Doença inflamatória que acomete principalmente a coluna e as articulações sacroilíacas. É frequentemente associada à dor lombar crônica e rigidez, especialmente pela manhã ou após períodos de repouso, com tendência de melhora com a movimentação.
Osteoartrose
Uma das doenças articulares mais frequentes. Está relacionada a alterações progressivas da cartilagem e de outras estruturas da articulação. Pode provocar dor durante os movimentos, rigidez, redução da mobilidade e estalos articulares. Joelhos, quadris, mãos e coluna estão entre as regiões mais acometidas.
Nem toda dor reumatológica é igual
A identificação do mecanismo da dor é importante para definir a melhor abordagem terapêutica.
Na dor inflamatória, é comum haver maior rigidez após períodos de repouso, inclusive pela manhã, e melhora dos sintomas com a movimentação.
Já a dor mecânica, frequentemente relacionada à sobrecarga ou a alterações estruturais das articulações, tende a piorar com o esforço e melhorar com o repouso.
Além da própria dor, quadros crônicos podem provocar limitação funcional, alterações do sono, redução da produtividade, prejuízo às atividades diárias e impacto significativo na saúde emocional e na vida social.
Por isso, o acompanhamento reumatológico busca não apenas controlar a doença de base e aliviar os sintomas, mas também preservar a mobilidade, a funcionalidade, a autonomia e a qualidade de vida do paciente.
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