Nota de Falecimento Postado quarta-feira, 7 de janeiro de 2026 ás 00:41
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Comunicado urgente do advogado Dr. Ribeiro Filho! Postado terça-feira, 6 de janeiro de 2026 ás 20:16
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Quando procurar um(a) neuropediatra?
É recomendado procurar um(a) neuropediatra quando houver sinais como:
Atrasos no desenvolvimento: Se seu filho está apresentando atrasos significativos em marcos motores, cognitivos, comportamentais ou de linguagem em relação à sua faixa etária.
Problemas de aprendizagem: Se a criança está enfrentando dificuldades escolares, como dificuldades de concentração, memória, leitura, escrita ou compreensão.
Distúrbios do sono: Se a criança está sofrendo de problemas crônicos de sono, como insônia, pesadelos recorrentes ou sonambulismo.
Epilepsia: Se a criança apresenta crises convulsivas recorrentes, um neuropediatra pode realizar avaliações diagnósticas, prescrever medicamentos apropriados e desenvolver um plano de gerenciamento eficaz para controlar a epilepsia.
Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): Se seu filho apresenta dificuldades persistentes de atenção, hiperatividade e impulsividade que afetam seu desempenho acadêmico e social, um neuropediatra pode avaliar e diagnosticar o TDAH, além de recomendar abordagens de tratamento, como terapia comportamental e medicamentos, para melhorar a qualidade de vida da criança.
Transtornos do espectro autista (TEA): Se houver suspeita de TEA, um neuropediatra pode conduzir avaliações abrangentes para realizar um diagnóstico preciso e oferecer encaminhamentos para intervenções terapêuticas e educacionais adequadas.
Condições neuromusculares: Se a criança apresenta fraqueza muscular, dificuldades de coordenação, movimentos involuntários ou outras alterações neuromusculares, um neuropediatra pode conduzir exames e testes especializados para diagnóstico e planejamento de tratamento adequado.
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Esquecimento e Doenças Neurológicas: Neurologista atende dia 06 de fevereiro em Santiago Postado ás 08:53
Esquecimento e Doenças Neurológicas: Sintomas, Diagnósticos e Abordagens
1. Alzheimer
O Alzheimer é a doença neurodegenerativa mais comum que afeta a memória. Geralmente, ela começa de forma sutil, com lapsos de memória leves, como esquecer nomes ou eventos recentes. Com o tempo, a perda de memória se agrava, afetando a capacidade de recordar eventos importantes da vida e até mesmo de realizar tarefas simples.
Sintomas iniciais:
Esquecimento de compromissos e eventos recentes.
Dificuldade em lembrar nomes de pessoas próximas.
Desorientação em lugares familiares.
Perda gradual de interesse em atividades diárias.
Conforme a doença avança, pode haver dificuldades na comunicação, mudanças comportamentais e de personalidade, além de problemas para reconhecer pessoas ou até mesmo para cuidar de si próprio.
2. Demência
A demência é um termo genérico utilizado para descrever um declínio das funções cognitivas, incluindo a memória. Ela pode ser causada por várias condições, sendo o Alzheimer a forma mais comum, mas também pode ser desencadeada por doenças como o Parkinson, AVC ou Demência Vascular.
Sintomas comuns:
Dificuldade em lembrar informações recentes.
Perda de memória de longo prazo, especialmente de eventos significativos da vida.
Dificuldade para planejar ou resolver problemas.
Alterações no comportamento e no humor, como apatia, depressão ou irritabilidade.
A demência impacta não apenas a memória, mas também outras funções cognitivas, como atenção, linguagem e habilidades motoras. O prognóstico varia de acordo com a causa e o tratamento, sendo importante o diagnóstico precoce para um acompanhamento adequado.
3. Acidente Vascular Cerebral (AVC)
Um AVC ocorre quando o fluxo sanguíneo para uma parte do cérebro é interrompido, podendo causar danos cerebrais temporários ou permanentes. Os sintomas de memória associados ao AVC podem surgir dependendo da região do cérebro afetada. Se a área responsável pela memória for comprometida, o paciente pode apresentar dificuldades em lembrar-se de eventos recentes ou em formar novas memórias.
Sintomas relacionados ao AVC:
Perda súbita de memória.
Dificuldade em lembrar nomes ou reconhecer rostos.
Desorientação no tempo e no espaço.
Dificuldade para se comunicar ou entender o que está sendo dito.
O AVC é uma emergência médica, e a recuperação depende da rapidez no tratamento. Em muitos casos, a reabilitação pode ajudar a melhorar as funções cognitivas afetadas, incluindo a memória.
4. Outras Condições Neurológicas
Além das condições mencionadas, existem outras doenças neurológicas que podem afetar a memória, como o Parkinson, Huntington e esclerose múltipla. Cada uma dessas condições pode ter um impacto diferente na cognição e na memória, com variações nos sintomas e na progressão da doença.
Diagnóstico e Importância do Acompanhamento Médico
Quando se percebe que o esquecimento começa a interferir na vida cotidiana, é fundamental procurar um médico especialista para uma avaliação detalhada. O diagnóstico precoce das doenças neurológicas que afetam a memória pode abrir portas para tratamentos mais eficazes, que podem retardar a progressão dos sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.
Exames comuns para diagnóstico:
Exame físico e neurológico: O médico verifica os reflexos, a coordenação motora e a capacidade de lembrar informações simples.
Exames de imagem: Como a tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM), que ajudam a identificar alterações estruturais no cérebro.
Testes neuropsicológicos: Avaliam funções cognitivas específicas, como memória, atenção, linguagem e habilidades executivas.
Exames laboratoriais: Podem ser feitos para descartar causas metabólicas ou infecciosas que possam contribuir para o esquecimento.
Tratamento e Abordagem
Embora não exista cura para muitas das doenças que afetam a memória, o tratamento pode focar em controlar os sintomas, retardar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida do paciente. O uso de medicamentos, terapias cognitivas e até mesmo intervenções psicossociais são comuns no manejo dessas condições.
Medicamentos: No caso de doenças como o Alzheimer, medicamentos como os inibidores da colinesterase podem ser utilizados para ajudar a melhorar a memória e a função cognitiva. Em alguns casos, medicamentos antipsicóticos e antidepressivos podem ser prescritos para controlar sintomas comportamentais.
Terapias cognitivas: Técnicas de reabilitação cognitiva são usadas para melhorar as habilidades de memória e ajudar o paciente a lidar com as dificuldades cognitivas do dia a dia.
Apoio psicológico: O suporte emocional e psicológico é fundamental tanto para o paciente quanto para os familiares, visto que o impacto psicológico dessas doenças pode ser significativo.
Conclusão
A perda de memória não deve ser ignorada, especialmente quando é persistente ou interfere nas atividades cotidianas. O diagnóstico precoce de doenças neurológicas pode fazer toda a diferença no manejo e na qualidade de vida do paciente. Se você ou alguém próximo está apresentando sinais de esquecimento constante, é importante procurar orientação médica para um acompanhamento adequado e tratamento especializado.
O Médico Neurologista Dr. Norberto Weber Werle (CRM: 41.075 - RQE: 39.827), graduado em medicina pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
Possuí residência médica em Neurologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS), além de inúmeros cursos de atualização e participação em congressos de nível nacional.
Chega em Santiago com uma grande bagagem profissional e inteirado das mais modernas intervenções terapêuticas da neurologia.
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