Mudança no tempo: Alerta da Meteorologia Brasil para o Rio Grande do Sul Postado terça-feira, 25 de agosto de 2026 ás 12:45
Novo levantamento projeta ainda três diferentes cenários para a disputa em um eventual segundo turno no Rio Grande do Sul
Pesquisa eleitoral divulgada nesta terça-feira (25) pelo instituto Real Time Big Data sobre as intenções de voto para o governo do Rio Grande do Sul mostra que Juliana Brizola, candidata do PDT, tem 38% no primeiro turno, enquanto Zucco (PL) tem 32%. Gabriel Souza (MDB), atual vice-governador, aparece em terceiro lugar, com 19%.
Os números são referentes ao cenário estimulado, quando uma lista de candidatos é apresentada aos entrevistados. Veja o resultado completo:
Juliana Brizola (PDT): 38%
Zucco (PL): 32%
Gabriel Souza (MDB): 19%
Marcelo Maranata (PSDB): 4%
Outros: 1%
Nulo/Branco: 3%
Não sabe/Não respondeu (NS/NR): 3%
A pesquisa foi feita entre os dias 20 e 24 de agosto, com as entrevistas de 1.600 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número RS-09640/2026.
2º turno
O instituto também projetou três cenários de segundo turno. Veja os números a seguir:
Juliana Brizola x Zucco
Juliana Brizola (PDT): 45%
Zucco (PL): 41%
Nulo/Branco: 7%
Não sabe/Não respondeu (NS/NR): 7%
Zucco x Gabriel Souza
Zucco (PL): 43%
Gabriel Souza (MDB): 38%
Nulo/Branco: 9%
Não sabe/Não respondeu (NS/NR): 10%
Juliana Brizola x Gabriel Souza
Juliana Brizola (PDT): 48%
Gabriel Souza (MDB): 35%
Nulo/Branco: 8%
Não sabe/Não respondeu (NS/NR): 9%
Zucco, foto de Brenno Carvalho/Agência O Globo
Juliana Brizola, foto (Instagram/Divulgação).
Com informações do Correio do Povo.
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Nova estimativa será incluída no Orçamento, mas valor ainda pode mudar até dezembro
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta segunda-feira, que a peça orçamentária de 2027 será "muito diferente" da que o atual governo recebeu em 2023 e informou que o salário mínimo do próximo ano será de R$ 1.741. Na fala, ele destacou que o reajuste valerá também para a Previdência e benefícios sociais indexados ao piso e negou qualquer desvinculação.
Durigan e os demais ministros que compõem a Junta de Execução Orçamentária (JEO) estiveram reunidos, no fim da tarde desta segunda-feira, 24, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para tratar do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, que terá de ser apresentado ao Congresso Nacional até o próximo dia 31 de agosto.
"Todas as definições foram tomadas e tenho muito orgulho de poder apresentar um orçamento para o Congresso, junto com o presidente Lula, que é muito diferente do orçamento que a gente recebeu, um orçamento de último ano da gestão que é muito robusto", afirmou a jornalistas. O ministro aproveitou para mencionar que o salário mínimo, com os reajustes previstos em lei, chega a R$ 1.741 no ano que vem. Este valor, necessariamente cumprindo a legislação brasileira, dentro do nosso espírito de privilegiar a população mais carente, vai também para a Previdência e para os benefícios sociais que têm a indexação do salário mínimo.
O valor de R$ 1.741 representa um acréscimo de R$ 24 sobre a estimativa anterior de R$ 1.717. A nova previsão, que constará no PLOA, reflete uma projeção de inflação maior (4,93%) pela Secretaria de Política Econômica, influenciada por possíveis impactos do El Niño nos preços dos alimentos. O cálculo segue a política de valorização, que soma a inflação à variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes, com o limite de 2,5% estabelecido pelo arcabouço fiscal para a expansão dos gastos.
Debate sobre desvinculação do salário mínimo
Mais cedo, o jornal Valor Econômico informou que integrantes da atual equipe econômica são favoráveis à discussão, em um eventual novo governo, de uma diferenciação entre a política de valorização do salário mínimo para os trabalhadores da ativa e o reajuste de benefícios previdenciários e assistenciais vinculados ao piso. Técnicos fizeram simulações de cenários, mas ainda não há decisão tomada, e qualquer mudança precisa do aval final do presidente Lula, caso reeleito em outubro.
"Lembrando que isso, o reajuste do mínimo, também vale para os benefícios previdenciários e para os benefícios sociais, diferente do que está, nesse momento, se desinformando na rede social", reforçou Durigan. "O orçamento está muito bem encaminhado, com o salário mínimo definido e muito diferente do que outros ministros já defenderam. Lembrando que o ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu a desvinculação do mínimo da Previdência", prosseguiu Durigan.
"Lembrando que foi o governo anterior que não deu reajuste para o trabalhador brasileiro, que voltou a pagar imposto de renda, não teve reajuste do salário mínimo, teve mais pobreza, fila do osso. E aqui é outro papo, nós estamos falando de uma administração que tem compromisso com as pessoas", completou.
Ainda segundo o titular da Fazenda, para o ano que vem, é projetado um aumento das despesas obrigatórias um pouco inferior ao aumento geral do orçamento. "Portanto, as medidas todas que nós fomos adotando têm esse condão de dar racionalidade, de modo que a regra com ganho real do arcabouço fiscal, já vai ter um crescimento maior do que as obrigatórias amplamente consideradas", afirmou.
Com informações do Estadão/Conteúdo e Correio do Povo. A foto é de Lula Marques, da Agência Brasil, com montagem do Blog Rafael Nemitz.
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O médico reumatologista Dr. Manuel Rocha Crossetti (CRM 36.807) está atensendo nesta terça-feira, 25, em Santiago, trazendo à cidade sua ampla experiência no diagnóstico, acompanhamento e tratamento das doenças reumatológicas.
Reconhecido regionalmente por sua atuação na especialidade, Dr. Manuel é responsável pelo Centro de Reumatologia de Santa Maria e possui sólida trajetória acadêmica e assistencial.
Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), realizou especialização em Reumatologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e possui mestrado em Medicina Interna, com concentração em Clínica Médica – Reumatologia. Também participa regularmente de congressos internacionais na Europa e nos Estados Unidos, mantendo-se atualizado sobre os avanços no diagnóstico e nas abordagens terapêuticas das doenças reumatológicas.
Quando procurar um reumatologista?
A Reumatologia é a especialidade médica dedicada ao diagnóstico e tratamento de doenças que podem acometer articulações, ossos, músculos e tendões, além de diversas doenças autoimunes sistêmicas.
Dores articulares persistentes, inchaço, rigidez ao acordar, limitação dos movimentos e dores musculoesqueléticas recorrentes são alguns dos sinais que podem indicar a necessidade de uma avaliação especializada.
Entre as condições acompanhadas pelo reumatologista estão artrite reumatoide, fibromialgia, lúpus, espondilite anquilosante, osteoartrose e outras doenças que podem estar relacionadas à dor crônica.
Dor crônica e doenças reumatológicas
A dor é considerada crônica quando persiste por mais de três meses ou permanece além do período esperado para recuperação de uma lesão. Diferentemente da dor aguda, que geralmente funciona como um sinal de alerta do organismo, a dor crônica pode persistir e comprometer significativamente a rotina e a qualidade de vida.
Nas doenças reumatológicas, ela pode estar relacionada a diferentes mecanismos, como inflamação persistente, alterações articulares, lesões nervosas, doenças autoimunes ou alterações no processamento da dor pelo sistema nervoso.
Principais doenças reumatológicas associadas à dor crônica
Artrite Reumatoide
É uma doença autoimune inflamatória que acomete principalmente as articulações. Pode provocar dor persistente, inchaço e rigidez matinal prolongada. Mãos, punhos, joelhos e pés estão entre as regiões frequentemente afetadas. Sem tratamento adequado, a doença pode causar danos articulares e deformidades.
Fibromialgia
Síndrome caracterizada principalmente por dor musculoesquelética difusa e persistente. Também pode estar associada a cansaço intenso, alterações do sono, dificuldade de concentração e aumento da sensibilidade dolorosa. É uma importante causa de dor crônica acompanhada pela Reumatologia.
Lúpus Eritematoso Sistêmico
Doença autoimune que pode atingir diferentes órgãos e sistemas. Entre suas manifestações estão dores e inflamações articulares, fadiga, alterações cutâneas e, em alguns casos, comprometimento renal, neurológico ou de outros órgãos.
Espondilite Anquilosante
Doença inflamatória que acomete principalmente a coluna e as articulações sacroilíacas. É frequentemente associada à dor lombar crônica e rigidez, especialmente pela manhã ou após períodos de repouso, com tendência de melhora com a movimentação.
Osteoartrose
Uma das doenças articulares mais frequentes. Está relacionada a alterações progressivas da cartilagem e de outras estruturas da articulação. Pode provocar dor durante os movimentos, rigidez, redução da mobilidade e estalos articulares. Joelhos, quadris, mãos e coluna estão entre as regiões mais acometidas.
Nem toda dor reumatológica é igual
A identificação do mecanismo da dor é importante para definir a melhor abordagem terapêutica.
Na dor inflamatória, é comum haver maior rigidez após períodos de repouso, inclusive pela manhã, e melhora dos sintomas com a movimentação.
Já a dor mecânica, frequentemente relacionada à sobrecarga ou a alterações estruturais das articulações, tende a piorar com o esforço e melhorar com o repouso.
Além da própria dor, quadros crônicos podem provocar limitação funcional, alterações do sono, redução da produtividade, prejuízo às atividades diárias e impacto significativo na saúde emocional e na vida social.
Por isso, o acompanhamento reumatológico busca não apenas controlar a doença de base e aliviar os sintomas, mas também preservar a mobilidade, a funcionalidade, a autonomia e a qualidade de vida do paciente.
Por isso, o tratamento deve focar não apenas na doença, mas também na qualidade de vida do paciente.
Clínica Life
Rua 7 de Setembro, 584 – entrada pela Rua João Escobar Carpes
Centro Clínico e Oncológico do Grupo Hospitalar Santiago – 2º andar!
Agendamentos na Clínica Life em Santiago pelo WhatsApp (55) 9.9948-0898. Rua 7 de Setembro, 584 – entrada pela Rua João Escobar Carpes, no Centro Clínico e Oncológico do Grupo Hospitalar Santiago – 2º andar. Descontos para Ipê, Fusex, Sindicatos, Cauzzo, Unimed, Pronto Saúde e Secretárias de Saúde.
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Clínica Life - Clínica médica inscrita no CREMERS sob CRM n°10.186. Direção Técnica: Dr. Leonardo Franco.
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Conforme a MetSul, o pico do ar gelado já passou pelo Estado
A terça-feira no Rio Grande do Sul começará com frio, mas, ao longo do dia, as temperaturas aumentam e devem ficar amenas em boa parte do território gaúcho.
Conforme a MetSul, o pico do ar gelado já passou pelo Estado. A temperatura irá baixar de zero, contudo, será em um número restrito de cidades da Serra Sudeste. Nos Campos de Cima da Serra, a umidade irá dificultar o resfriamento. Na Metade Sul e Leste, a temperatura poderá oscilar ao redor e abaixo de zero, com mínimas mais altas no Oeste e Noroeste.
À tarde, com sol e nuvens, a expectativa é de esquentar gradativamente, com máximas entre 23°C e 25°C em municípios da Metade Norte do território gaúcho. A tarde seguirá muito fria apenas no extremo sul do Estado.
Em Santiago, terça de sol com temperaturas entre 5°C e 22°.
Com informações do Correio do Povo e MetSul Meteorologia.
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Homem de Santiago é condenado por ofender a comunidade LGBTQIA+ no Facebook Postado segunda-feira, 24 de agosto de 2026 ás 23:34
A 2ª Vara Federal de Santana do Livramento (RS) condenou um homem por publicar conteúdos que incitavam a discriminação e o preconceito contra comunidade LGBTQIA+ em seu perfil no Facebook. A sentença, publicada em 20/8, é do juiz Lademiro Dors Filho.
Segundo o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul (MPRS), as postagens foram feitas em julho de 2020, na cidade de Santiago (RS). O réu publicou dois vídeos na rede social: o primeiro motivado pela campanha de Dia dos Pais de uma marca de cosméticos protagonizada por um homem trans, e o segundo em resposta à repercussão do anterior.
A defesa pediu a absolvição sustentando a atipicidade da conduta por ausência de dolo específico e pelo direito à liberdade de expressão. Subsidiariamente, solicitou o reconhecimento da confissão espontânea e o afastamento da agravante de reincidência.
A ação tramitou inicialmente na Justiça Estadual, que declinou a competência para a esfera federal devido ao potencial de alcance transnacional das publicações na internet. O Ministério Público Federal (MPF) ratificou a denúncia e os memoriais do órgão estadual.
Análise do caso
Ao analisar o processo, o juiz concluiu que a materialidade do crime ficou comprovada por meio do boletim de ocorrência, das capturas de tela e do relatório do inquérito com a transcrição dos vídeos.
Os depoimentos das testemunhas de acusação contribuíram para demonstrar a autoria do delito, relatando que as gravações circularam na rede e geraram forte repercussão negativa na comunidade LGBTQIA+ local.
Em seu interrogatório, o réu confirmou as publicações, alegando que, após o primeiro vídeo, passou a receber críticas em seu perfil, o que o levou a produzir outro conteúdo. Defendeu-se afirmando que estava apenas manifestando sua opinião e exercendo seu direito à liberdade de expressão.
Condenação
O magistrado afirmou que “as provas orais e documentais demonstram que o réu, por meio de perfil aberto na rede social Facebook, proferiu ofensas direcionadas à comunidade LGBTI+, utilizando termos pejorativos e discriminatórios. A vítima e as testemunhas relataram o sentimento de ofensa e a ampla repercussão negativa das publicações na comunidade local”.
Dors Filho destacou ainda que a liberdade de expressão, embora assegurada pela Constituição Federal, não é um direito absoluto e não protege manifestações que configurem discurso de ódio. “A conduta do réu extrapolou os limites da crítica ou da opinião pessoal, configurando verdadeira incitação ao preconceito e à discriminação contra um grupo vulnerável, atingindo a dignidade da pessoa humana”, pontuou.
O juiz lembrou que o Supremo Tribunal Federal conferiu interpretação conforme à Constituição para enquadrar a homofobia e a transfobia como expressões do racismo social. A ação foi julgada procedente, fixando a pena em dois anos de reclusão no regime inicial aberto, além de multa e custas. Por conta da reincidência, a pena privativa de liberdade não pôde ser substituída por restritiva de direitos. O réu poderá recorrer em liberdade.
Núcleo de Comunicação Social da JFRS.






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