Trecho polêmico no livro de Lauro Trevisan foi baseado em "diz que diz" afirmou autor a Polícia Civil Postado segunda-feira, 22 de abril de 2013 ás 19:45
O padre Lauro Trevisan, autor do livro Kiss: "uma porta para o céu", sobre a tragédia que matou 241 jovens em janeiro em Santa Maria, depôs hoje, por cerca de duras horas, na 1ª Delegacia de Polícia Civil. A pedido da Associação dos Familiares das Vítimas devido a trechos polêmicos do livro, o padre foi chamado a prestar esclarecimentos.
Na primeira edição, a página 5, por exemplo, mencionava que um ou dois jovens teriam sido transportados vivos no caminhão frigorífico que levou os corpos da Kiss para o Centro Desportivo Municipal. Na segunda edição do livro, esse e outros trechos foram retirados.
O advogado do Padre, ex-desembargador Bráulio Marques, disse que "são conversas sem nenhum fundamento de verificação tanto no inquérito policial ou Judiciário. Fato notório e público não precisa ser provado. Fica nesse terreno de que sabemos que se conversa isso, mas ninguém sabe quem diz. Se alguém afirmar que viu ou tem certeza, aí tem motivo e até obrigação de abrir inquérito para esse esclarecimento".
Após o depoimento, Lauro Trevisan conversou com a imprensa, destacando as modificações feitas no livro:
- Saiu com modificações porque não há nenhum interesse em criar polêmica. O interesse é a elevação espiritual, elevar a Deus, que acho que, no momento de sofrimento, é a grande força para a humanidade, disse o padre.
Pais que integram a Associação de Familiares das Vítimas da Tragédia serão ouvidos e após a Polícia Civil irá se manifestar se vai instaurar ou não inquérito policial. Se for comprovado que o Lauro Trevisan mentiu no livro, o padre poderá responder por falsidade ideológica.

Meu Deus!! Não concordo com a publicação desse livro, o padre foi infeliz ao escrever o tal,mas não posso deixar de comentar,que ao inves de as autoridades policias se preocuparem em responsabilizar os omissos,perdem 2hs tentando achar
culpa ou motivos em quem não tem!
Falo isto,, porque sofri, e ainda sofro com essa tragédia,já que minha sobrinha é uma sobrevivente, e por todos os outros jovens inocentes que se foram.