Vacinação em Santiago: Privilégio para alguns, prejuízo para outros? Postado terça-feira, 16 de abril de 2013 ás 11:28
E-mail enviado ao blog denuncia questão polêmica, mais uma, na Secretaria da Saúde de Santiago
Prezado Senhor,
Estou escrevendo essa, pois hoje fiquei indignado.
Ontem começou a vacinação da gripe A, como sou do grupo de risco, tenho um problema cardíaco sério, que já é de conhecimento do posto de saúde do meu bairro, visto que tiro remédio controlado lá, tenho direito a fazer a vacina. Então fui no posto fazer, ao chegar lá me solicitaram um atestado médico, argumentei, mas falaram que era norma. Fui e consegui um atestado.
Hoje pela manhã quando fui fazer a vacina, estavam na minha frente a família(todos) de uma enfermeira que é chefe do posto de saúde e todos fizeram a vacina, sem ser solicitado nada a eles. Como isso pode acontecer? Alguns são privelegiados? Fiquei sabendo que funcionários de algumas secretarias, que não é da saúde, já fizeram a vacina na semana passada.
Será que não somos iguais... A quem denunciar??????
Obrigado pela atenção.
Um abraço.
Irinaldo F.
Fico perplexo com esse tipo de informação, aliás, denúncia. Não é de hoje. Sempre que ocorre vacinação em Santiago, chegam várias denúncias desse tipo. Talvez, por isso, que as doses de vacina se esgotam rápido demais no município.
O e-mail do blog é rafaelnemitz@gmail.com e está a disposição da Secretaria de Saúde. Por telefone não vou aceitar explicações.
DEVERIA SER DIVULGADO EM QUAL PSF QUE NEGOU A VACINA AQUI NO BAIRRO SÃO VICENTE TEM UMA PLACA BEM GRANDE DIZENDO QUE A VACINA ESTÁ EM FALTA...
Realmente, segunda pela manhã enquanto estava na fila de vacinação no centro materno, notei que algumas pessoas da fila não tinham nada a ver com grupos de risco, e quando entraram na sala de vacinação apenas arremangaram as mangas e tomaram a vacina.
Se tá fácil assim tomar vacina, eu também quero!
Rafael quem vê cara, não vê a doença, meu filho tem 06 anos e quem olha para ele não diz que ele têm ASMA,que é um dos grupos de risco. Minha outra filha de 04 anos têm doença neurológica, mas aparentemente quem olha não nota nada pois ela é uma criança normal, tb está no grupo de risco. Sou profissional de saúde, se me virem na fila tb vão se perguntar o que eu estou fazendo ali. Quem olhar pra mim não vai saber que eu estou dentro do grupo de risco.
É como diz a propaganda " QUEM VÊ CARA, NÃO VÊ AIDS".