Confirmado o primeiro caso de Mormo em Alegrete na Fronteira Oeste do RS Postado segunda-feira, 21 de setembro de 2015 ás 12:58
O primeiro caso de Mormo foi confirmado no sábado, 19, em Alegrete na Fronteira Oeste do Estado. Um exame de maleína, que detecta a doença em equinos, apresentou resultado positivo em uma égua. O animal, que pertence a um produtor rural do município, está isolado há dois meses, desde a suspeita. A égua infectada passará por um exame patológico antes de ser sacrificada.
O Mormo é uma doença infecciosa que não tem tratamento e pode atingir equinos e humanos. Quando infectado, o cavalo precisa ser sacrificado e cremado. A doença é transmitida pelo contato com o material infectante, tanto diretamente com secreções do doente, quanto indiretamente por meio de bebedouros, comedouros ou equipamentos contaminados.
O Mormo é uma doença infecciosa que não tem tratamento e pode atingir equinos e humanos. Quando infectado, o cavalo precisa ser sacrificado e cremado. A doença é transmitida pelo contato com o material infectante, tanto diretamente com secreções do doente, quanto indiretamente por meio de bebedouros, comedouros ou equipamentos contaminados.
Em humanos, a doença normalmente se manifesta em até 14 dias. A contaminação acontece pelo contato com animais doentes, fômites contaminados, tecidos ou culturas bacterianas em laboratórios. Os sintomas são febre, lesões com pus, edema de septo nasal, pneumonia e abscessos em diversas partes do corpo. A doença é de difícil tratamento e quase sempre fatal.
No Rio Grande do Sul, o risco de contágio do Mormo levou pelo menos 118 prefeituras a cancelarem os desfiles farroupilhas em 2015, segundo levantamento divulgado pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs).
Com informações do site G1-RS.

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