Exame toxicológico para 1ª CNH passa a ser obrigatório a partir desta terça Postado terça-feira, 1 de setembro de 2026 ás 22:16
Nova regra vale para quem vai tirar carteira categoria A e B; coleta deve ser realizada em unidades credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito
A exigência do exame toxicológico no Rio Grande do Sul para quem vai tirar a primeira habilitação começou nesta terça-feira (1º) e já aumenta a procura por laboratórios credenciados.
O teste, que antes era obrigatório apenas para condutores das categorias profissionais C, D e E, agora também é exigido de quem pretende obter a primeira habilitação para dirigir motos e carros, nas categorias A e B.
Como funciona o exame toxicológico
O teste busca identificar o uso de substâncias como anfetaminas, canabinoides e opiáceos. A coleta deve ser realizada em laboratórios credenciados à Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).
O exame analisa o consumo de substâncias em um período retrospectivo que varia de 90 a 180 dias antes da coleta, dependendo do material biológico utilizado.
O candidato deve consultar a lista oficial para verificar quais locais atendem aos municípios gaúchos. Há casos em que, mesmo sem sede no Rio Grande do Sul, a empresa oferece pontos de coleta no Estado, com envio do material para análise em Porto Alegre, por exemplo.
A média de valores fica em torno de R$ 130 e é estabelecida por cada laboratório.
Quem precisa fazer o exame
A mudança não afeta quem já havia iniciado o processo de habilitação até esta segunda-feira (31). Para os demais candidatos, a realização do exame passa a ser obrigatória.
Conforme o Detran, a expedição da permissão para dirigir só ocorrerá depois que o laboratório registrar no sistema federal o resultado negativo do exame toxicológico do candidato. Quem tiver resultado positivo terá de refazer o exame, até que o resultado não indique mais a presença das substâncias analisadas.
Com informações de Zero Hora e foto de Duda Fortes, da Agência RBS.

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